Goianésia - Um levantamento divulgado nesta terça-feira, dia 13, indica um cenário de equilíbrio na avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva junto ao eleitorado. De acordo com a pesquisa Meio/Ideia, 50% dos entrevistados afirmam desaprovar a gestão do petista, enquanto 47% dizem aprová-la. Outros 3% não souberam ou preferiram não responder. A diferença entre os índices está dentro da margem de erro do estudo, de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.
A pesquisa ouviu duas mil pessoas em todo o país, por meio de entrevistas telefônicas realizadas entre os dias 8 e 12 de janeiro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06731/2026.
Além da aprovação pessoal do presidente, o estudo avaliou a percepção da população sobre o desempenho geral do governo federal. Os dados mostram predominância de avaliações negativas. Para 22,8% dos entrevistados, a gestão é considerada péssima, enquanto 18,6% classificam o governo como ruim. Já 20,5% avaliam como regular, 20% como bom e 15% como ótimo. Os que não souberam responder somam 3,2%.
Ao agrupar os resultados, 41,4% dos eleitores avaliam o governo como ruim ou péssimo, enquanto 35% consideram a administração ótima ou boa. Outros 20,5% mantêm avaliação regular.
O levantamento também detalhou a avaliação por áreas da administração federal. A segurança pública aparece como o setor com pior percepção entre os entrevistados: apenas 25,6% classificam a atuação do governo como ótima ou boa, enquanto 48,7% avaliam como ruim ou péssima. A avaliação regular soma 22,4%, e 3,4% não opinaram.
Na área econômica, 32,2% dos entrevistados consideram a gestão ótima ou boa, 21,5% avaliam como regular e 43,4% classificam como ruim ou péssima. Outros 3,1% não souberam responder.
A saúde pública apresenta índices semelhantes. Segundo a pesquisa, 32,1% avaliam o desempenho do governo como ótimo ou bom, 23,2% como regular e 41,5% como ruim ou péssimo. Não responderam 3,4%.
Na educação, os números são um pouco mais equilibrados. A área é considerada ótima ou boa por 37,9% dos entrevistados, regular por 20,2% e ruim ou péssima por 39,1%. Outros 3% não souberam opinar.
Os dados refletem um cenário de divisão na opinião pública e indicam desafios para o governo federal em áreas consideradas sensíveis pela população, especialmente segurança, economia e saúde.




