Goianésia - O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o deputado Bruno Peixoto (União Brasil), em entrevista ao Jornal A Redação de Goiânia, nesta última terça-feira (18), respondeu aos questionamentos sobre o aumento no número de servidores comissionados na Casa. Peixoto defendeu o modelo adotado, destacando a economia de R$ 400 milhões nos últimos anos e a eficiência do trabalho realizado.
De acordo com Peixoto, a escolha pelo maior número de comissionados, com salários menores, em vez de reduzir o quadro e aumentar os vencimentos, visa a economicidade e o bom funcionamento da Casa. Ele comparou a Alego com a Assembleia Legislativa de São Paulo, onde a folha de pagamento é significativamente maior, apesar de o número de servidores ser reduzido. "A Assembleia de Goiás ocupa a nona posição nacional em gastos com pessoal, similar ao Distrito Federal", afirmou.
O presidente ressaltou também que a Alego recebeu o Selo Diamante em Qualidade e Transparência Pública, o que reforça o compromisso com o uso eficiente dos recursos. Além disso, a Casa tem investido em iniciativas para se aproximar da população, como a transmissão do Campeonato Goiano de Futebol e a criação de aplicativos e ouvidorias.
Nos últimos meses, o número de comissionados na Alego cresceu, superando os 5 mil servidores, mas Peixoto explicou que esse aumento tem sido fundamental para atender à crescente demanda de serviços e projetos. Em resposta às críticas, ele anunciou que concursos públicos serão realizados entre 2025 e 2026, com a meta de ampliar em 80% o quadro de servidores efetivos.
Peixoto também anunciou a criação de 170 novos cargos comissionados, o que representará um impacto anual de R$ 15 milhões nos cofres da Casa. Segundo ele, a ampliação do quadro de servidores é necessária para acompanhar o aumento das atividades legislativas e oferecer um serviço de qualidade à população.




