Modelos flexíveis ganham força, trazendo benefícios e desafios para empresas e colaboradores

Goianésia - O trabalho remoto e o teletrabalho, que antes eram comuns apenas em algumas áreas, ganharam destaque nos últimos anos. Muitas pessoas passaram a trabalhar em casa, e a experiência revelou-se não apenas uma solução temporária que surgiu na época da pandemia, mas uma oportunidade de adaptação e inovação para empresas e colaboradores.

Washington Martins, que trabalha de forma híbrida como designer de artes em uma empresa de Goianésia, compartilha os benefícios do trabalho remoto: “A flexibilidade do horário e a economia de tempo no deslocamento são fatores que me ajudam a ser mais produtivo e focado nas minhas atividades. Além disso, o conforto de trabalhar em casa facilita muito o meu bem-estar.”

O que começou como uma medida emergencial se provou eficaz, desafiando preconceitos e levando a uma reflexão sobre flexibilidade, produtividade e qualidade de vida no trabalho. Atualmente, um levantamento aponta que mais de 61% das empresas ainda adotam modalidades remotas ou híbridas.
O analista de recursos humanos Ricardo Freitas avalia esses modelos de trabalho, destacando tanto os aspectos positivos quanto os impactos negativos a longo prazo: “A autonomia é um dos grandes benefícios, mas também é importante cuidar da saúde mental dos colaboradores. A distância pode gerar certo isolamento, o que exige um acompanhamento mais próximo das equipes.”