Goianésia- A tecnologia de pagamento por aproximação permite que o consumidor realize compras de forma simples e rápida, apenas encostando ou aproximando o cartão, smartphone ou relógio inteligente de um terminal habilitado. A praticidade, porém, exige atenção a riscos como clonagem, exposição de dados e transações não reconhecidas, especialmente em locais de grande circulação ou equipamentos desatualizados.
O goianesiense Arthur Souza destaca a facilidade no dia a dia. “O pagamento por aproximação acaba sendo usado muito mais do que o pagamento com senha. Eu acho mais rápido: você chega, passa e vai embora. Mas, ao mesmo tempo, existe o risco de alguém tentar aplicar um golpe, o que torna tudo um pouco perigoso”, relata.
Segundo levantamento da Visa, cerca de 70% das transações presenciais com cartão no Brasil em 2025 foram feitas por aproximação, um crescimento de quase 40% no volume entre março de 2024 e março de 2025.
Para o empreendedor Pedro Lira, a tecnologia já domina o movimento em seu comércio. “Aqui na loja recebemos muitos pagamentos por aproximação. No ritmo acelerado do dia a dia, essa tecnologia veio para ficar. Ela agiliza muito, pois o cliente não precisa digitar senha: é só aproximar, e a transação é concluída. Isso ajuda bastante qualquer comércio, assim como outros métodos, como o Pix, que também veio para ficar”, comenta.
Em Goianésia, assim como em outras cidades, os meios de pagamento digitais ganham espaço rapidamente, oferecendo mais comodidade. A recomendação, porém, permanece: o pagamento por aproximação é seguro, mas exige atenção, checagem frequente do extrato e controle das próprias movimentações.




