Goianésia - As temperaturas acima dos 30 graus seguem impactando diretamente o consumo de energia elétrica em Goiás. Segundo a Equatorial Goiás, o uso intensificado de eletrodomésticos e aparelhos de refrigeração levou a um aumento expressivo na demanda por eletricidade em sua área de concessão. A média de consumo residencial subiu 17% em 2025, na comparação com os mesmos meses de 2024.
Com o calor extremo, cada cidadão busca sua própria maneira de se refrescar. Enquanto o uso de ventiladores e ar-condicionado se tornou ainda mais frequente, outros preferem alternativas mais naturais. É o caso de José Aparecido, que encontrou no contato com a natureza uma forma de escapar do calor intenso e ainda economizar. “Aqui tá muito quente, o sol é quente demais. A gente trabalha porque precisa. Como tem um rio perto, a gente entra nele pra refrescar”, relatou.
A sobrecarga elétrica não é um fenômeno exclusivo de Goiás. Em todo o país, o Operador Nacional do Sistema (ONS) prevê um aumento de 7,6% na demanda por energia elétrica, impulsionado pelas ondas de calor registradas em diversas regiões.
Para evitar surpresas na conta de luz, a Equatorial Goiás orienta a população a adotar medidas simples de economia. Marco Aurélio Silva, executivo de Faturamento da concessionária, destaca práticas que podem fazer diferença no orçamento. “Geladeiras, freezers e ar-condicionados são os vilões do consumo. Evite abrir a geladeira com frequência, desligue o ventilador ao sair do ambiente e mantenha a temperatura do ar-condicionado mais alta, com manutenção em dia. Isso contribui para uma economia significativa no fim do mês”, recomenda.




