Goianésia - Com a queda na umidade e o avanço do tempo seco, a prática de exercícios ao ar livre exige cuidados especiais com a saúde. Em cidades como Goianésia, por exemplo, os parques seguem movimentados, mas quem se exercita nesse clima precisa redobrar a atenção para evitar problemas.
O educador físico Ademar alerta que a hidratação é um dos principais pontos de atenção durante os treinos em períodos de baixa umidade. “Quando a umidade do ar está muito baixa, é fundamental reforçar a hidratação para garantir o bom funcionamento do corpo. Nossos órgãos, nosso metabolismo celular e nossa circulação dependem de uma ingestão adequada de líquidos. Durante as atividades diárias, perdemos bastante água, e a reposição constante é essencial”, explica.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda níveis de umidade relativa do ar entre 40% e 70% para o bem-estar humano. No entanto, em Goiás, esse índice frequentemente cai para menos de 30% durante a estação seca. Diante desse cenário, Ademar orienta: mantenha-se bem hidratado, use roupas leves, aplique protetor solar e prefira se exercitar nos horários mais frescos do dia — no início da manhã ou no final da tarde.
“Quando fazemos exercícios, nosso metabolismo acelera e a perda de líquidos aumenta. Por isso, é importante aumentar também o consumo de água antes, durante e após a atividade física. A falta de hidratação pode comprometer o desempenho e afetar a saúde”, reforça o profissional.
Em Goianésia, locais como o Parque da Lagoa Princesa do Vale, Negrinho Carrilho e Alameda Otávio Lage recebem centenas de pessoas todos os dias, especialmente nos períodos da manhã e da noite. Para quem se exercita nesses espaços, é importante ficar atento aos sinais do corpo: tontura, cansaço excessivo e boca seca podem ser indicativos de desidratação ou esforço além do limite.




